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Após torneio no Uruguai, Verdão se adapta até a pancadas de Libertadores.


O Palmeiras não conquistou o troféu da Copa Antel, mas a disputa do torneio amistoso na semana passada, no Uruguai, atingiu a expectativa de preparatório para a Copa Libertadores da América. Inclusive na disputa pela bola contra o paraguaio Libertad e diante do Nacional, de Montevidéu. O campeão da Copa do Brasil se preparou para as faltas que receberá no principal torneio do continente.

“Os uruguaios dão a vida nesse tipo de competição, marcam homem a homem, não deixam esmorecer. Deu para ter uma ideia, principalmente em relação ao Nacional. Seguramos o Jesus e o Salles, eles entraram bem, principalmente o Salles, deu mais compactação à equipe, Mas a Libertadores é muito mais competitiva. Vamos precisar fazer muito mais, assim como eles. Contra qualquer equipe”, indicou o técnico Marcelo Oliveira.

A competição serviu como aprendizado para muitos jogadores. Gabriel Jesus, por exemplo, jogou pela primeira vez como profissional do clube fora do Brasil, e deixou apreensivo até o presidente do Verdão, Paulo Nobre, pelas entradas que recebeu na vitória sobre o Libertad, na semana passada. Mas tudo serve como lição.

“O time se comportou muito bem. Não são só 11 jogadores, estamos mostrando cada vez mais a força do elenco. É sempre bom viajar para um país onde você pode jogar o campeonato mais importante do ano. A preparação é muito pensada para pegarmos o ritmo da Libertadores e mostrarmos a força do elenco, apesar de os times da Libertadores pegarem um pouco mais”, falou o próprio Gabriel Jesus.

O Palmeiras voltará ao Uruguai neste ano, ao menos, para encarar o Nacional – que o derrotou nos pênaltis após empate sem gol na final da Copa Antel, no sábado – pelo grupo 2 da Libertadores. Existe a possibilidade de retornar ao país caso o River Plate local, goleado pelos reservas do Verdão em jogo-treino na quinta-feira, passe pela Universidad de Chile em fase preliminar da Libertadores.

De qualquer forma, mesmo os marcadores entenderam que partidas de Libertadores são diferentes. “Quando for possível, tentaremos jogar na bola. Mas, às vezes, é necessário parar de outra forma e o árbitro deixa mais na Libertadores”, comentou o volante Arouca, campeão da Libertadores de 2011 pelo Santos.

 Fonte: Gazeta Esportiva

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