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Falso 9 passa a ser mais uma opção para o ataque do Palmeiras.


Desde que retornou ao futebol brasileiro, em 2012, Rafael Marques tem convivido com perguntas sobre sua preferência tática. Com 1,90m de altura, o atleta chegou a atuar como referência do ataque durante sua primeira passagem pelo Verdão, em 2003, mas, ao longo da carreira construída principalmente fora do Brasil, aprimorou a característica de meio-campista ofensivo.
Mesmo com a preferência de atuar na armação, Rafael Marques chegou a ser utilizado no ataque em algumas oportunidades durante a temporada passada. E, depois de marcar 15 vezes e fechar 2015 como vice-artilheiro da equipe, ele começa o ano podendo novamente ser opção lá na frente.
– Nos dois jogos que fiz (River Plate e Nacional), entrei como 9. Não é minha função, gosto de jogar aberto ou vindo de trás. Eu me doo muito pela equipe. De 9, é muito difícil marcar ou vir buscar jogada. Se for preciso vou ajudar. É óbvio que não estou acostumado, leva tempo. É muito contato, tem de jogar de costas. Vamos deixar a critério do Marcelo. Se preciso, vou ajudar – afirmou o atleta, em entrevista coletiva na Academia de Futebol.
O Palmeiras de Marcelo Oliveira tem atuado no 4-2-3-1, com variações táticas que permitem ao time uma formação com um meia centralizado e dois atacantes mais próximos

Para a função de centroavante, o elenco alviverde conta hoje com Lucas Barrios, Alecsandro e Cristaldo. Entre os armadores e atacantes que jogam pelas pontas, a disputa é maior: Robinho, Moisés, Cleiton Xavier, Fellype Gabriel, Régis, Allione, Dudu e Gabriel Jesus. Contratado em dezembro, Erik é outro que também tem características para fazer as duas funções e assim foi utilizado nos amistosos no Uruguai.


Contra Libertad e Nacional, o Palmeiras voltou a apresentar dificuldades para trabalhar a bola no meio de campo e criar oportunidades. Questionado sobre a possível carência de um camisa 10 sofrida pelo time, Rafael Marques elogiou as opções atuais do elenco.
– Essa carência que o pessoal sente é daquele jogador que acaba colocando a gente na cara do gol. No começo do ano, o Robinho fez muito isso. O próprio Valdivia fez quando voltou. Hoje temos o Régis. Vejo nele essa característica. No amistoso, ele me deu passe para gol. Temos jogadores, o Cleiton. Basta começar a jogar, ter sequência. E aí acontecer o que aconteceu com o Robinho, e a cobrança por esse camisa 10 vai parar. No futebol é assim. A partir das vitórias, tudo é esquecido – disse o jogador.

Fonte: GE


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