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Prass espera por ‘ambiente fantástico’ no Allianz Parque e avisa: ‘Essa é a hora’.


“Faz diferença (jogar na arena) porque a gente se habitua mais, tem o fator emocional de jogar em casa e ser o seu estádio. O Allianz Parque oferece muito mais condições do que o Pacaembu, em termos de capacidade, proximidade da torcida e barulho. É muito mais vantagem para o Palmeiras jogar no Allianz. O ambiente contagia e vimos isso na Copa do Brasil, que foi um ambiente fantástico. Fomos muito superiores ao Santos naquele jogo em si, e um dos fatores foi a torcida”, disse o atleta, que vê o momento ideal para que time e torcida joguem junto.
“Quem vai para o estádio já vai acreditando, e, se olhar para o lado e ver alguém não acreditando muito, tem de chegar junto. Essa é a hora. Quando atacarmos, a torcida tem de atacar junto. Quando fomos defender, tem de defender junto também. Quando a bola estiver quase entrando, tem de assoprar a bola até entrar... A gente espera que este ambiente se crie no jogo de quinta. Iremos para o jogo com espírito de luta, de batalha e para vencer. Se vencermos jogando bem, maravilha. Mas temos de vencer, isso não tem discussão. O jeito que iremos vencer eu não sei, mas temos na cabeça que venceremos”, afirmou.
Prass, no entanto, reconhece que o encontro com os argentinos deve ser tratado com ainda mais atenção pelo Palmeiras. “Se entrar tranquilo demais é ruim, e se entrar ansioso demais também é. Mas, véspera de um jogo desse, não podemos ir para o campo e o hotel achando que é uma rotina normal. Temos de encarar com a importância que o jogo exige. Apesar de não ser um jogo eliminatório, são jogos contra concorrentes diretos e temos de ter noção da importância deste jogo. Tem que estar ansiosos, mas dentro da medida que seja bom. Temos de controlar a ansiedade porque todos querem jogar bem, além de recuperar a tranquilidade e um pouco da autoestima, até porque você começa a se cobrar muito”, declarou o goleiro, comentando sobre a atual situação do Verdão na temporada.
“O auxílio que a gente pode dar é o resultado e a performance, o mais importante para você melhorar é saber que está errando. Às vezes as pessoas se fecham por causa das críticas e botam culpa em outras pessoas, mas aqui não é o caso. A gente sempre diz que não está jogando bem, mas claro que ninguém assume a culpa sozinho. O Marcelo Oliveira tem uma parcela, a diretoria tem e nós, jogadores, também”, explicou. “Uma das coisas que mostra amadurecimento é a conversa interna, que aponta os próprios defeitos. A gente tem de dar uma resposta dentro de campo, e esse é o melhor auxílio que a gente pode dar”, completou.
Fonte: Site Oficial

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